Na sua vigília solitária numa remota costa do Norte, é fustigada pelas terrí­veis tempestades marí­timas. Durante maior parte do ano, encontra-se sozinha, pois o comércio na região decresceu. Se fosse qualquer outra vila, há muito que teria sido esquecida, ou porventura até abandonada.

Mas esta não é qualquer outra vila. Esta é Porto Pálido. Aqui, o peixe é abundante. Aqui, as colheitas medram e prosperam apesar do solo rochoso. Aqui, o oceano oferece as suas riquezas de bom grado, como um pretendente acanhado.

E aqui, agora que as tempestadas chegam e as marés vazam ao seu ponto mais baixo, é chegada a hora de Porto Pálido retribuir.

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