Aemus

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"Usar o que tenho. Planejar e estar pronto. Saber a hora de começar e de parar"
User: Mello
Race: Variant Human
Gender: Male
Role: Striker
Class/Level: War Cleric/1
Description:
Cabelos encaracolados cheios mas curtos, olhos castanho escuros, pele pouco morena, tintura preta na linha dos olhos, algumas cicatrizes pelo corpo. Armadura de placas pelos membros e peitoral, cobrindo um robe vermelho com capuz longo. Armado de um martelo de guerra e escudo do símbolo de Tempus.
Background:
Aemus cresceu nas ruas, pouco importam seus pais no que se tornou na vida. Como ele foi encontrado pelos clérigos do deus da guerra Tempus, e como ele foi parar ali, é de real importância. O jovem arrogante que já foi vivia de pouco, mas, para ele, era o suficiente para se considerar o rei de toda Cormyr. Ao contrário da história do herói popular, Aemus adolesceu pretensiosamente acreditando ser um rei dos pobres, sendo conhecido como o infame menino que desafiava pessoas em tavernas de sua cidade, comprando brigas valendo dinheiro para pagar sua comida, e acima de tudo, bebida e outros prazeres. Para poucos e de baixa reputação, era um galo de rinha selvagem e destemido, usando de tudo para conseguir o que queria independente da honra. Para muitos, era um completo imbecil. Sua personalidade o levou a ter amigos duvidáveis, companheiros de sobrevivência que o davam algo para receber outro de volta como coexistentes. Aemus não era invicto, mas nas poucas vezes que caia, levantava como rei e apreciava a luta acima de tudo... às vezes acertando o oponente pelas costas depois quando ele não estava olhando.
De todas essas lutas, porém, houve uma que o grande rei dos pobres não pôde se levantar. Também não importa saber quem era a pessoa que quebrou Aemus dado que nem ele mesmo sabia. O importante era que ele parecia ameaçador, e isso era o suficiente para o arrogante jovem o desafiar com qualquer desculpa. Ele também era grande, forte e impiedoso: um mercenário. Apesar da teimosia de Aemus de morrer e continuar na luta, ela acabou sem demorar, mas ao contrário do que acontecia com todos os outros desafiadores do jovem, o mercenário não parava de socá-lo, chuta-lo e jogá-lo contra os móveis da taverna. Pouco tempo depois, Aemus estava do lado de fora da cidade, arrastado e abandonado para sangrar até sua vida se esvair. Assim morria Aemus, o "rei dos pobres"
Dizer que era o fim do menino arrogante e pretensioso não era mentira. Depois de horas passadas e uma subconsciência já aceitando sua morte e estupidez, o moleque espancado acordou cercado por homens e mulheres de armadura e robes vermelhos. Disseram-no que dias haviam se passado desde que ele havia sido encontrado por eles, sacerdotes fieis de Tempus, o "Foehammer". Por mais que o teimoso Aemus quisesse fingir que estava tudo bem, que ia se curar sozinho e que não precisava ajuda, seu corpo não podia nem se mexer, muito menos falar coerentemente. Forçado a passar semanas se recuperando enquanto era carregado por estranhos, Aemus fez algo que achou que nunca precisaria fazer na vida: esperar, e acima de tudo, ouvir. As semanas passadas o fizeram lentamente conhecer sobre "a causa", o motivo da peregrinação e fé dos sacerdotes da guerra, assim como sua rotina. Aprendeu sobre a Roda da Guerra, e como ela deveria continuar girando: conflito gera conflito, e assim surge a mudança - enquanto o conflito fosse justo, algo que ele sabia pouco sobre, ele fazia sentido existir, e era necessário.
Enquanto os ferimentos se iam, junto desapareciam seus vícios e arrogâncias, revelando-o pelo que realmente era: um jovem perdido, assustado e negligente. Os sacerdotes, porém, o viam como algo especial, e que foi um ato de Tempus encontrá-lo à beira da morte: uma alma tão apta para a luta, mas sem um propósito, pronta para renascer dentro da causa. E mais uma vez, após ter sua arrogância removida, o jovem se viu convencido a passar anos de sua vida peregrinando com os outros clérigos, aprendendo e ensinando os caminhos da guerra e ajudando os outros que foram injustiçados nesta.
Foram cinco anos para acontecer sua completa recuperação e aprendizado total das crenças do deus da guerra, de forma que ele se tornasse um verdadeiro clérigo de Tempus. Nos templos de sua crença, Aemus já era conhecido totalmente como outro outro homem, um renascido completamente diferente de seu eu antigo, pretensioso e arrogante. Agora, era um fiel dedicado, inteligente, honroso e devoto. Sua rotina era simples, mas satisfatória, até o momento que justo ele, iniciado há pouco aos trabalhos da ordem, recebeu um sinal do próprio deus da guerra. Ouvira de seu deus que o jovem precisaria partir a fim de encontrar um campeão adormecido de Tempus, um guerreiro com alma de luta precisando de um guia para seguir seu propósito no mundo: movimentar a Roda da Guerra, trazendo conflito e mudança ao seu redor.
Seu caminho agora era outro, por mais que quisesse ficar com seus irmãos que o salvaram, e que eles quisessem que ele ficasse. Ele precisava peregrinar sozinho nesta missão divina, encontrar o guerreiro, seja quem ou como ela ou ele fosse, e voltaria a seu lar apenas quando soubesse que sua missão estivesse cumprida. Também encontraria o mercenário que antes quase o matara, pois Tempus havia lhe dado uma segunda chance para lutar novamente com ele, desta vez com suas próprias vantagens naturais. Com o moto "Usar o que tenho. Planejar e estar pronto. Saber a hora de começar e de parar" recebido de suas tantas e fervorosas meditações, Aemus parte para a batalha que lhe foi prometida pelo Foehammer, independente de onde ela esteja.