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Lucas
Posted by the GM
Aedda: A Calamidade
Ato I - Destinos Entrelaçados
O Ato I ocorreu entre os dias 2º e 6º do mês do Dragão de 2978 p.C. (pós-Criação)

A cidade de Galrey traz várias surpresas para os residentes e visitantes durante o Festival das Escamas, mas ninguém esperava uma invasão de mortos-vivos. Não fosse a rápida resposta de alguns aventureiros que coincidentemente visitavam a cidade e da guarda da cidade, quem sabe o que poderia ter acontecido.

Durante a competição de culinária anual de Galrey, um incêndio tomou conta da cidade. Carvell, o regente da cidade, após receber uma mensagem de um dos guardas, pediu para a população esperar calmamente enquanto a guarda cuidava da situação.

Sem pensar duas vezes, Nelath, a corajosa centaura guerreira, galopa o mais rápido que pode para o centro da cidade, seguida por Ragnar, o charmoso meio-elfo bardo, Kathyusha, a gananciosa meia-elfa bruxa, Robb, o calmo firbolg druida, Kepesk, o curioso clérigo lizardfolk, Kriv, o azarado feiticeiro draconato, e Firahel, o estranho alto-elfo arqueiro. O grupo de estranhos encontra dois ogros em estado de putrefação, destruindo a cidade enquanto passavam. Com uma coordenação inconsciente, eles conseguiram derrotar os ogros, que insistiam em levantar, enquanto Kathy vasculhava pela casas em busca de alguma coisa para roubar.

Enquanto Kathy e Ragnar aproveitaram a confusão para invadir a Torre, o prédio central da cidade e sede da Regência, por um buraco em sua estrutura, o resto do grupo foi convidado a entrar pela porta da frente e encontrar a mestre da Guarda Leswin, uma anã da colina de cabelos roxos presos num rabo de cavalo e olhos amarelos, para conversar sobre o incidente. Eles descobrem que além dos ogros, uma série de humanoides em variados estados de decomposição "visitaram" a cidade. Leswin oferece um contrato para investigar a origem desses mortos-vivos, por 200 peças de ouro por semana e 10 peças de ouro por escalpo (inclusive para Ragnar e Kathy, que foram presos e intimados a pagar uma fiança de 70 peças de ouro pelo mestre da Lei, Alnan).

No amanhecer do dia seguinte, um guarda informa o grupo de que eles encontraram rastros que direcionam para norte do reino, e eles o seguem imediatamente. No meio do trajeto, encontram fazendeiros indo de carroça para Galrey, e recebem a informação de que a região conhecida como "As Fazendas", na mesma direção dos rastros, vem tendo problemas com a produção de carne desde o mês passado. Ao fim do dia, os aventureiros decidem acampar à beira de um lago rodeado por um bosque, e turnos de vigília são decididos para que todos possam descansar em segurança.

No fim do último turno, Nelath e Firahel percebem movimentos nos arbustos do bosque. Tentando investigar mais de perto, a guerreira encontra 4 bandidos de trilha. Estes, no entanto, não parecem interessados nela, e continuam correndo, acabam sendo massacrados pelo grupo agora acordado. Um instante passa e o motivo da pressa aparece: um par de lobos atrozes em decomposição. A vantagem em números faz o combate ser fácil, mesmo com o retorno à vida dos lobos.

Com um belo café da manhã preparado por Robb, a companhia segue viagem e chega Às Fazendas ao pôr-do-sol. A visão não é algo bonito: quatro celeiros, ocupados por dezenas de figuras mortas-vivas (humanoides, ogros, animais), rodeiam um obelisco, com hieróglifos em abissal e uma safira no topo, emanando um brilho azul fantasmagórico. Na sua frente, uma figura humanoide empunhando uma espada de duas mãos, vigiando.

Antes que qualquer um pudesse agir, um barulho na orla da floresta que cercam os celeiros chama a atenção dos aventureiros. A investigação revela Akin, um peculiar kenku ranger, que informa estar caçando o mesmo alvo que o grupo, e decidem unir forças.

Alguma especulação segue em como terminar o encontro sem baixas, até que Robb, percebendo que os mortos-vivos não os atacavam, resolveu se comunicar com a guerreira na frente do obelisco. Esta se apresenta como Aliz, uma meia-orc fadada a proteger a mesma coisa que a prende nesse mundo e que deseja descanso mais do que tudo. Ela diz que ''quando o Sol e a Lua encontrarem", a maldição será quebrada.

Ragnar, através de seu conhecimento arqueológico, decifra os hieróglifos no obelisco, identificando os símbolos para Sol, Lua, Campo e Montanha, mas vendo parte da sua essência ser sugada pelo obelisco. Ele então instrui o grupo a girar as peças de forma a colocar os símbolos do Sol e da Lua na mesma face.

A simples ação de Robb ao tocar no obelisco fez todos os mortos-vivos se movimentarem em direção ao mesmo. Aliz perdeu seu tom pacífico e atacou ferozmente todos que estavam na sua frente. O grupo consegue neutralizá-la antes de que seus reforços pudessem chegar, resistindo inclusive às propriedades sobrenaturais do obelisco e, enfim, desativando-o.

A queda dos mortos-vivos não foi algo bonito de se ver. Enquanto algumas pessoas pareciam apenas acordar de um longo coma, outras simplesmente espatifavam no chão, sem vida.

Após enterrarem Aliz, que descobriram ser uma guarda que protefia o local há alguns anos, depois de conversar com Jim, o filho do ancião líder d'As Fazendas, os aventureiros descansaram e partiram para Galrey completar sua missão, coletar suas recompensas e pagar suas dívidas.

fin



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