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Profecia
UMA SÓ
Já fazia uma hora que estavam lá, tomando sorvete, com as caras pensativas, não sabiam o que iam fazer quando a hora chegasse, quando entrassem no restaurante fechado.
Phiero estava impaciente, eles podiam fazer com que todos saíssem do restaurante, fechasse mais cedo, explodisse o chão se necessário, eles eram magos! Mas não, preferiam ficar ali sentados, esperando a noite chegar, e junto com a noite os vampiros.
Phiero já estava se acostumando com a sensação de não ser visto por ninguém, era engraçado, algo como se fosse um arbitro invisível que esta lá, poderia fazer qualquer coisa com a pessoa sem ao menos ser notado. Ele não aguentava mais tudo aquilo, ele se levanta e sai da sorveteria, nada surpreendentemente, ninguém nota sua ausência da mesa.
Phiero estava indo de volta ao restaurante, se ninguém mais iria fazer algo ele iria. Era fácil para ele fazer uma pequena comoção, ou talvez um grande caos, bastava um sussurro e estava feito.
No caminho, em meio a um beco Phiero escuta vozes, era um homem, ameaçando uma garota que nem devia ter chegado aos seus 20 anos “vai logo! Passa a grana!” o homem dizia com uma arma apontada para a garota, ela chorava e tremia “po-por favor, eu não tenho direito”. Um flash repentino vem a cabeça de Phiero, o fatídico dia que ele havia recebido a coronhada que fez esquecer seu passado, sua família, seus amigos... Fleur? Phiero decide agir, ele desfaz a camuflagem, em meio ao beco o bandido percebe alguém, uma mulher, com seus 1,70, cabelo black power bem armado e um terno um pouco largo para ela, ele aponta a arma para ela “QUEM É VOCÊ?” parecia estar impaciente, impaciente pois não havia visto ela se aproximando, “Primeiramente largue a arma e fique ai parado”, o homem larga sua arma, imóvel, sua aura de raiva se tornava medo a cada passo que a mulher dava em direção ao homem, “quem sou eu? Pode me chamar de escultor de mentes, agora... que tal você sair desse beco e tentar roubar alguma loja? Isso é o suficiente para ser preso eu imagino”. Quando a mulher terminou de falar o homem começou a se mover, andando saiu do beco sem falar mais nada. Enquanto isso, a garota ainda tremendo olha para a mulher, “quem é você? O que esta fazendo aqui?”, a mulher tinha uma aura de superioridade, “já disse, sou o escultor de mentes... digo, a escultora, só passei por aqui e queria me divertir”, com essa resposta a garota começou a sentir mais calma, mais confortável, ela já não tremia, não estava com medo, pelo contrario, se sentia protegida, “preciso ir, tenho algo importante para fazer, cuidado na próxima vez” então, em um piscar de olhos, a mulher havia sumido novamente.
Na esquina do restaurante o telefone de Phiero toca, numero privado, devia ser a Lys de novo, aquela vampira descontrolada, o sangue de Phiero começa a ferver, já não bastava trair a confiança deles inúmeras vezes ela ainda queria compreensão, queria que entendessem, tudo que Phiero queria com ela era apenas falar três palavras, ele estava pronto para fazer isso, ele atende o telefone, com todo ódio ele diz, “Alo” a voz do Phiero havia saído com outra voz, ele havia esquecido, do outro lado uma mulher parecendo assustada “Ai meu deus, desculpa, liguei pro numero errado .” Aquela voz... Era a voz nos sonhos de Phiero, era ela, “Espera, não é meu telefone, você deve querer falar com o Phiero, ele esqueceu o telefone na empresa, quer deixar o numero pra ele retornar amanhã?”, era um plano muito bom, ele poderia fazer o que devia no restaurante, e amanhã poderia tentar usar Fleur para recobrar a memoria, “Tudo bem, obrigado, pode deixar que amanhã mesmo ligo de novo para ele, alias, diga para ele que a Fleur ligou, me falaram da situação dele, estou preocupada”, então ela desliga.
Phiero estava parado ali há alguns minutos, parado, não podia acreditar que ela estava preocupada com ele, então realmente o que a velha havia falado para ele era verdade, Phiero estava disposto a tentar recuperar o que havia perdido suas memorias e todos que se foram com elas.
Cerca de uma hora depois, percebendo que já era noite, Phiero decide voltar para a sorveteria, ele tinha uma missão, recuperar a memoria, ele não podia arriscar estragar tudo por um motivo tão pífio como algumas horas, e caso algum vampiro aparecesse, seria fácil de lidar com ele.
Na sorveteria, lá estavam Jeb, Jane, Will e Nellie assim como ele havia deixado eles, estavam sentados na mesma mesa, Nellie provavelmente com seu terceiro sorvete de chocolate e Will estava rindo de algo que a pouco havia falado. Quando Phiero foi se sentar novamente em seu lugar Jane esboça algo semelhante a um sorriso e diz “Finalmente voltou Phiero, pensei que não fosse voltar mais”.
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Tags: AIAIAIA
Epic!
You'll Hear Her Call
Everyone’s heard the stories – it’s hard not to, in a fishing town.

If you go out far enough, at just the right time, and wait long enough, you’ll see the whale.

She’ll come right up to you, they say.

She looks normal enough at first, but then.

Then you notice. You notice that her skin looks black, and okay, you think, it’s nighttime, it just looks black.

You're wrong.

Her skin is black, darker than the night sky above, darker than the pitch-black water that she’s in. She’s big – which isn’t unusual, for a whale – but maybe she’s a bit bigger than average.

And if you watch careful, right as she breaches the surface, you’ll notice something else: small, glittering objects litter her body.

They’re jewels, say some, embedded in her skin.

No, say others, they’re eyes.

The jewels flash in the dying rays of the sun, and every color imaginable is on display for that half second. That’s her wealth, they say, she’s almost like a dragon. But what about gold and silver? Well, maybe you just can’t see it, or maybe she doesn’t have time for that, she only wants the purest of gemstones.

Barnacles, that’s what the eyes are hiding in. The barnacles act like eyelids, so other people –those silly folk who don’t know about her, who wouldn’t understand – don’t see her eyes. But if you watch real close, you’ll see the barnacles disappear to be replaced by beady black eyes that watch your every move.

She’ll grant your wishes, they tell you, in bars and on street corners.

She’ll grant you wishes, but you have to ask just right.

You have to go out at sunset, take your boat out as far as you can, and wait. Wait until the first stars start flickering into existence, until the moon is watching you from the sky.

Then she will appear, in all her glory. She’ll swim right up to you, watching, always watching.

I’d like to make a bargain, you’ll say. She doesn’t respond.

If I win, you have to grant my wish. If you win, you’ll get my eyes (or maybe my soul).

That’s where her jewels come from; they’re the spirits of everyone who’s ever lost a bet against her.

(Nonono, you’re still getting it wrong.) If you could count all her eyes, you’d know how many bargains she’d won.

This is the game you must win:

A staring contest.

You stare at her for as long as you can, desperately trying not to blink, and she stares back with all her dark, unreadable eyes.

She can grant you any wish, no matter how outlandish or impossible – if you win.

“No one’s ever beat her,” a young man says to you. He has a hat pulled down low, wearing a jacket that’s several sizes too large, and his eyes – his eyes are wise beyond his years, an old soul in a young body.

“Nah,” says the bartender, skin like dusk and smile like stars, “One’s beat her. They went out without telling anyone, and came back only to say goodbye before they left town.”

Max – that’s what her nametag says – laughs, eyes crinkling up around the corners.

“Like Orpheus, I’d say.”

But maybe she’s wrong. There’s so many different stories, conflicting and intertwining, it’s hard to keep them all straight. Who knows, maybe they’re all wrong.

Maybe it’s just a legend, just a story.

(And at night, if you listen very carefully, you can hear the low, haunting melody of a whale’s song.)
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Coo-coo, catchoo! I am me and you are you! But none of us is the Walrus. Yet!
What is it that make an individual an individual?

Seems like a pretty obvious question. With an equally obvious answer. But in a world where there is magic and technologfy that seems to break the rules of the world, it isn't one that can be easily answered. Take my friend Amir...

Apparently he has been chosen, or touched, by Gozreh, the god/goddess of the sea, the sky, weather, and nature. He is a pretty standoffish type of god (not that I have ever met him), content to let his worshippers do what they think they should in his name. And Amir is a rogue, a fighter, not a spell caster or priest of any type. So why did Gozreh pick Amir? Good question. One I think Amir is struggling to answer himself.

It started with the exploration of these cavern that were overgrown with disease, fungus, slimes, and other particularly nasty stuff. Early in the exploration we encountered Mi-Go. Now, mi-go are plant-like creatures from beyond the Dark Tapestry, servitors of the Great Old Ones and things that have no care at all except for their own arcane, occult, and unknowable goals. As Calbron Nine-Finger Kewladottir (a Ulfen explorer) once put it:

"pinkish, fungoid, crustacean-like creatures with a 'convoluted ellipsoid' composed of pyramided, layered, fleshy rings and covered in antennae where a head should normally be. They are about the size of a normal human, or dwarf, about 5 feet long, and their crustacean-like bodies bear numerous sets of paired appendages unlike anything a normal Golarian would have. They also possess a pair of membranous bat-like wings which are used to fly through the 'ether' of outer space but do not function well in the terrestrial sphere.

"The mi-go are fundamentally alien with respect to our way life; more like fungi in terms of their biology, although their outward appearance is much like that of a crustacean. Reports that I have been unable to verify insist that they are capable of going into a solid hibernation until softened and reheated by some source of heat."


Totally alien. And hostile to our intrusion into the fungus caves. In fact, early on I was attacked and grapples and with their multiple legs/arms/appendages, they were able to operate on me surgically. This was so horrific, and their odd intrusion into me caused my brain to just shut down, keeping me from accessing the higher portions of my thoughts and magical ability until I was magically cured. Kerid was also attacked and "operated" on but they actually started to remove pieces of his liver and other organs causing his health to precipitously drop.

Anyhow...
due to Gozreh's touch, Amir is now an adamantine clawed beastial humanoid of small size. He used to be a human with two adamantine short swords!

So my question is, is he still Amir?

In my opinion, Yes. He is. Just as I am the image of this long ago captain of the Divinity, Prajit Waseem, I am still the arcanist Prajit Waseem. I just am more...

Well, I have gone on to long about things that I am still ordering in my thoughts. Tomorrow we continue exploring the valley. The Dominion of the Black is out there, and I though that horrific as the mi-go are/were, the Dominion is going to be worse.
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Mitch
Posted in Flameweaver
Epitaph
Beneath the ground and across a chasm with no bridge to walk there rests a folded piece of paper, held in place underneath a worn and pitted longsword.

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Tags: Scute
Epic × 2!
Entrada 17
Já faz algum tempo desde que Jaina me deu esse diário para me ajudar a acostumar com a agencia. Já fiz anotações sobre tudo de estranho que existe nesse mundo (a primeira entrada onde cita os conhecimentos já adquiridos como “Como usar uma maquina de café” ou “ Computador não é magia” possui cerca de 50 paginas). Nenhuma delas me preparou para tal situação. Seres invasores dizendo serem de outro lugar e estando em uma área não permitida, usando vestimentas inadequadas para a agencia (de acordo com o código 136-7 do “Bom convívio da empresa”) e ainda com a audácia de julgar a soberania da agencia nesse mundo!

Esses “viajantes” nem mesmo tem algum raciocínio decente, uma mulher vestida vulgarmente ainda me ameaçava achando que estava em posição de vantagem onde claramente poderia receber um tiro a qualquer momento, muito antes de conseguir se aproximar de mim com seu machado vil. Alguns são aberrações como um homem desfigurado com braços mecânicos ou algo semelhante a uma mulher ou algo que se assemelhe.

Algo que me chamou a atenção nesse grupo é um homem, se comporta como se fosse da elite (apesar de que obviamente não é levando em conta todo o resto do conjunto desse homem), e, além disso, seu nome, Elysium, desde que cheguei a esse mundo não tive contato novamente com esse nome. Será que é o próprio tentando me testar? Ou simplesmente deveria matar esse ser pífio por sua heresia?

Relatando outros fatos ocorridos ou descobertos até o momento:

- Jaina tem controle total da segurança da agencia, é bom ficar de olho nela.

- aparentemente, nem eu nem o Pepper tem alguma licença para sairmos da área burocrática da agencia.

- A agencia esta no seu limite operacional, ter os sistemas controlados por maquinas faz com que fique menos seguro.

- As mesmas maquinas que controlam os sistemas da empresa também podem ter formas semelhantes a animais e provavelmente humanos.

- Pepper apesar do que parecia não é tão bom atirando, conseguiu errar um tiro a cerca de 5 metros.

- necessito ter mais conhecimento sobre esses computadores, não gosto da ideia de depender de alguém para manusea-los.

- essas armas tecnológicas são difíceis de manusear enquanto anda e escreve.

(Continuarei as anotações assim que possível, a arma esta começando a machucar minha mão).
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