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Welcome to the Lost City of Omu!
Greetings adventurer! Can’t decide where to spend your next family adventure? Consider the wondrous Lost City of Omu. There are many secrets for you to uncover. You’ll meet a wide range of interesting people such as Artus Cimber, the homeless man with an ice vulture; his otherworldly buddy Dragonbait who communicates with smells (do you smell cinnamon?); Imbok the former sacrificial Grung and son of a Chieftan; and don’t forget Bag of Nails, the snarky Tabaxi with a chip on his shoulder and very good aim.

See the sights! Omu has ancient mysterious shrines for you to uncover. Can you collect the puzzle cubes from them all? Stop by the lava rift shrine and pay homage to Shagambi the kamadan but make sure to get there quick – the Red Wizards of Thay are dying to check it out first. Cross our delightful log bridges but watch out! – you may find a certain Tabaxi with a penchant for murder. Stop in to his hovel and enjoy a warm meal that’s almost certainly not poisoned.

The key to enjoying your stay is stopping by the shrine to Unkh the trickster god. Put your thinking caps on – this one’s a doozy!

Continue East and you’ll find the shrine of Oba’laka. We hope you brought plenty of torches! Enjoy a dip in our luxurious portal pools, just don’t swim too deep or you may find yourself disoriented. Enjoy our free gift to you, a puzzle cube! That wizard statue has always been there – he definitely wasn’t a man turned to stone. Please no touching the statues. No flash photography.

Visit the illustrious Chief Yorb and enjoy the treasures of the Grung. The shrine of Nangnang is overflowing with riches ripe for the taking. Feel free to stuff your pockets! Nangnang won’t mind – he’s dead!

Papzotl is mostly forgettable. Don’t bother going there.

There is so much to experience in the Lost City of Omu! There are many more shrines to visit and Wizard to slay. Don’t forget about lava island! And when you’ve thoroughly exhausted yourselves, our gracious host, Ras Nsi, will be there to show you to your (final) resting place. We hope you enjoy your stay!



Paid for by the Chult Realty Group.
Session: The Shrines of Omu - Saturday, May 05 2018 from 1:30 AM to 5:30 AM
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Epic × 2!
Overnight Sensations
“Mirilda’s Unchained” left the revelry of victory above in the Triple Realm of Azzagrat for the maze of slums known as Fogtown below. Blaze had a date to keep. A beggar named Grusha had approached him the night before imploring for a hand-out. Clerics of Pelor relish distributing food to the poor, it’s even one of their central tenets; feeding the beggarly. Blaze regaled the pauper with the story of Breadgiving Day, one of Pelor’s major Holy days. He purchased the guttersnipe an entire basket of freshly baked bread and sent him on his way. But before the cadger took his leave, he slipped Blaze a tiny piece of parchment which read, “Meet me at Fogtown docks tomorrow night.” Blaze looked up from the swatch of paper with a queried look, but the vagabond had absconded.

The pervasive eerie, heavy mist obscured their view after only a few feet adding to their nervousness. The wharf, comprised of rickety buildings and warehouses perched on slender dilapidated poles, seemed to sag from the weight of neglect. The urchin suddenly materialized through the fog. Grusha pointed to a ramshackle storehouse, “Someone wants to meet ya, but you must go alone.” Blaze stares at the solitary deteriorating door and then back at the party. “Fine.”

Looming in the darkness waiting for him, lit by candlelight, was a woman; her soft voice said “Come closer.” As Blaze did, he let out a slight gasp, she was of extraordinary beauty. It was then he realized there was no candle; she was radiating an aura of golden light. “Your efforts have not gone unnoticed Blaze Silverwing.” He instantly fell to his knees. It escaped his lips before he knew, so stalwart was his devotion “How you have fallen from heaven, morning star, daughter of the dawn!” She beams, “I have been cast down to the Hells for you Pelorian.“ Her smile disappears as she continues, “Your quest is of urgency. The Staff of Skelos must not be made complete. For Tharizdun is a spawn of Orcus. If he obtains the missing piece, it will be impossible to stand against him. Do you understand Blaze Silverwing?” His head bowed even deeper, he suddenly was flushed with shame. Shame for betting on Mirilda’s fight, shame for purchasing fancy garments, and shame for wasting time on fine food and fragrant baths. Blaze spat forth, “In the name of Pelor, I shall cast out the darkness. I will bleach Tharizdun’s sins from the world!” She continued as if he hadn’t spoken, “From the Sunfather’s Hand to yours Blaze Silverwing,” her fine soft wings spread open as she presented the golden hilt to Blaze. The blade shone and gleamed like fire. “Dawnsinger,” she nearly whispered.
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Hiran
Posted by the GM
Broken Reality
DE FORA PARA DENTRO
O apartamento da Jane é uma grande bagunça. As coisas ocupam lugares aleatórios sem qualquer impressão de ordem. Talheres podem estar no quarto ou na sala, ou até na cozinha. Quem sabe?
No trato com suas coisas, ela parece brincar com probabilidades quânticas onde o único limite são as fronteiras do apartamento em si! Ali dentro, tudo é possível. É mais provável encontrar uma escova de dente no banheiro, mas é possível achá-la na cozinha também.
Nellie, em sintonia com o paradoxo quantico, se divertia e se irritava, alternava estados em confronto direto com o caos. Procurando um óculos, ou utensílios prontos a se transformarem numa armação, achou uma folha de papel envelhecido com escrita elaborada só possível por uma ponta de nanquim clássica misturando palavras comuns e símbolos que só faziam sentido quando lidos com a percepção aguçada pelas próprias Arcana. "DE FORA PRA DENTRO - UMA COMPREENSÃO ABSOLUTA. DE NICOLAI HELMHOLTZ, OBRIMOS DA ESCADA DE PRATA.

O texto que se segue parece ter sido encomendado pelas "vítimas" dos últimos instantes de auto reflexão causadores de dor de cabeça e da expansão do entendimento da realidade pela gnosis:


“Porque é melhor contar uma história quando estamos nela”......já dizia o pequeno hin dos reinos esquecidos.
Um mito pouco conhecido nos dias atuais, mas com grandes verdades enrustidas em simples palavras.

Além da obviedade da semântica direta da assertiva, há que se relevar outras atribuições aos vocábulos proferidos pelo “meio ser” contador de histórias, e, consequentemente, novas possbilidades para o acima posto.

O primeiro pressuposto é que existem histórias que podemos contar na qual não estamos inseridos. São as histórias de outras pessoas, outros viajantes, outras aventuras. Nessas histórias nos colocamos como expectadores, normalmente. E muitas vezes, nessa perspectiva, até fazemos alterações, que são, porém, livres adaptações ineficientes em convencer o público com acesso às outras versões contadas por outros oradores e fracas representações de qualquer fato, seja ele verídico ou não, expressos na história. “Eu li que...”, “ouvi dizer que....” e outras aspas desse tipo nos tornam reféns de uma verdade distorcida ao longo de um caminho com obstáculos e filtros perceptivos até despontar em nossos sentidos.

Outro garimpo que pode ser feito é a ideia de uma justificativa do significado evidente da frase. Isto é, a frase justifica o ato em si sugerido, que é contar uma história que nos contempla. Não necessariamente é a nossa história, mas alguma na qual temos papel ativo que de alguma forma irá interferir no resultado do conto. Quando assim, nossa propriedade criativa toma maior proporção, pois sendo objetos da ação, sabemos alguns dos possíveis resultados para possíveis interferências. No final dizemos “eu estava lá” como argumento taxativo e determinante para enaltecer a representatividade do nosso relato.

Inspirado, extrapolo a sabedoria do hin para propor “criar” como um aditivo ao “contar”. Isso de maneira alguma invalida os objetos ou muda a semântica essencial da sentença, é apenas um adendo criativo que nos permite ampliar o raciocínio para o foco desse texto que será explícito já já. Ah, vou aproveitar para exercitar outros verbos: criar, manipular, transformar.

Tal qual feito ao verbo, podemos fazer ao objeto do mesmo. “História” poderia ser trocada por certas palavras, mas elas sozinhas não serão suficientes para direcionar à conclusão que intenciono. Assim é necessário ler tais palavras como o universo de possibilidades que elas representam dentro do próprio universo místico onde são empregadas. Que tal trocar “história” por “mente”, ou “ morte”? Ai teríamos algo como “Porque é melhor MANIPULAR MORTE quando se está nela!” E esse é apenas um exemplo.


O exercício se prova menos simples do que simples substituições de palavras. Aqui será melhor abandonar o micro significado da coisa e analisar em um aspecto macroscópico mais abstrato, sem nos ater à ausência de conjunções ou preposições. Encerro portanto essa análise de bastidor e abro a cortina para o cerne da apreciação.

São exaustivos os estudos adormecidos em busca de elucidar os fenômenos da vida. Desde a fagulha que debuta o engenho do corpo até o último sopro que o encerra e exorbita ao meio e suas próprias manifestações por forças, matéria, tempo, correspondências. Estudos exaustivos e restritos à observação. E ainda assim, cientistsa se orgulham dizer que estão “observando” os fenômenos a fim de compreendê-lo. A prepotência os faz declarar discernir uma partícula após a espiar por dispositivos inertes, ampliadores de sua própria ignorância. Essa que os afasta da sapiência essencial discorrida pelo “meio homem” do mito que despertou esse conteúdo.

O Despertar nos transfere da mambembe posição de testemunhas do turbilhão da verdade para o lugar de exploradores da mesma. Assim, somos a própria partícula, somos os próprios fenômenos: a morte, a vida, a mente. Somos tudo. A clareza apreciada em postura dissociada nos faz conhecedores da realidade, é a guisa de atingir a maestria nas Arcanas. Não obstante ser “arqui” em arcanas, não faz de ninguém Desperto. Para isso é basilar a vivência do fenômeno como constituinte do próprio fenômeno, atitude à que chamamos Gnosis.

A preparação do espírito desperto superno o prepara para maior integridade no ato da entrega, o que provoca maior entrecruzamentos das Arcana, incorporadas na assimilação da verdade na vivência como identidade da verdade. Retornando ao Hin e sua sabedoria fabulosa, o fundamental exposto é que só se ascende quando se torna uno ao caminho. Que a história é mais gratificante se somos agentes dela. O Abismo entre o torpor e o despertar reside na discrepância entre o “eu vejo” e o “eu sou”, entre o “eu observo” e o “eu vivencio”, entre a “apreciação” e o “mergulho”.

Ah. Antevejo o espírito cínico da juventude consumidora de facilidades dizer que a frase é polar na totalidade das possibilidades, ao apresentar um único entendimento sobre o que é possivelmente melhor. Verdade. Comecei essa elucubração em análises linguísticas para alavancar a abstração do que é Gnosis e suas Arcanas. Aos que se limitam no argumento literal, compartilho-lhes a tristeza de constatar sua pequenez, e sua fragilidade ante o monstro expresso no Abismo e me indago a que direito se fizeram despertar. Ainda assim abocanho a isca. De fato, há a pressuposição do mote ser salutar ao locutor sem evidências de sua generalização. Mesmo assim anuir é escolha da plateia leitora. E, se um lado existem, obviamente, os que discordam, do outro lado existem os despertos a conduzi-los no universo da verdade."

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Epic × 2!
Surveying the mess
The ground shakes with each slow but determined step, accompanied by a heavy metallic clank. People scatter from the narrow street to avoid the large, armored figure as it walks toward the scene of a burning building at the corner of a block. Galeric stops and looks around, having to turn his whole body to see from the holes in his enclosed iron prison.

"Plague. Disorder." He mumbles to himself as the sound of a few glass vials shattering can be heard from the fire. The hellknight approaches one of the city guardsmen already at the scene.

"No sign of the criminals" the guard says, attempting to hide the shakiness in his voice.

"Chaos not kept in check. Hmph." Galeric says to himself, ignoring the guard before lumbering off down the street. "This never would have happened if The Order was involved. Such a pity. Such a waste of lives it will be to clean up this mess."
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An old fashioned heist
So, as a break from checking in on the Black facilities and trying to figure out how to save the world from Affrighter (separately) and Affrighter and Blade (together) and evade Blade (separately) and find out what affrighter is up to (separately).....

And old fashioned heist is kind of refreshing. A rogue SOC agent, bitter about lack of upward mobility and pay scale, has stolen some SOC equipment and gone to ground. He's messed with the computers so it's hard to tell what he took, and activated some old Sentry robots. That's where the real fun started...

Not really. Sincew they''re trying to kill us...
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