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DM Jon
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Unnamed Campaign
Episode 001: Keeper of Dragons
The adventurers traveled to the village of Oakhurst, a day’s ride northeast of Neverwinter. On their way, they were attacked by a pair of plant creatures called twig blights. Baltrex recalled some lore regarding these creatures (see Notes below) and shared it with his companions.

The heroes visited with a few of the locals and heard rumors of a ruined fortress deep within a large crevasse northwest of the village. They made the 2-hour journey to the chasm and descended into its depths. They found an old citadel within and began exploring the ruins. Once inside, they discovered a locked stone door with a rearing dragon carved into it. The door had a single keyhole situated in the dragon's open mouth, but they were unable to get past it.

Later, the adventurers met a kobold named Meepo, the “Keeper of Dragons”, who claimed Endret, his clan's dragon, had been stolen by goblins. When the companions hinted at finding Endret, Meepo insisted they meet his chieftain. The chieftain, a female kobold named Yusdrayl, and the adventurers negotiated a deal; the companions would retrieve the clan’s dragon and in return, the kobolds would give them a few of their “treasures” which sat upon a crumbling altar. Above the altar, the heroes noticed a carving of a rearing dragon; a metallic key held firmly in the dragon's jaws. Yusdrayl offered to have Meepo guide the party and the heroes accepted.

Persons of Interest:
  • Garon (middle-aged human male) - owner of the Ol’ Boar Inn.
  • Vurnor Leng (60ish human male) - mayor of Oakhurst.
  • Felosial (30ish female half-elf) - local constable.
  • Meepo (male kobold warrior) - “Keeper of Dragons”.
  • Yusdrayl, (female kobold) - chieftain of the Gabarang clan.

Episode Highlights:
  • Delg, Baltrex, Balamin and Nym advanced to 2nd level.
  • Baltrex “discovered” a pit trap (i.e. he fell into it) and he flew into a rage at the slightest provocation.
  • Delg nearly toppled off of a ledge and he vigorously attempted to open a sealed cask.
  • Balamin single-handedly dispatched a trio of rats.
  • Nym grunted a lot while he watched his monk companion kick butt.

Notes:
Blights
  • Awakened plants gifted with the powers of intelligence and mobility. A blight carries out the will of ancient evil and attempts to spread that evil wherever it can.
  • Legends tell of a vampire named Gulthias who worked terrible magic and raised up an abominable tower called Nightfang Spire. Gulthias was undone when a hero plunged a wooden stake through his heart, but as the vampire was destroyed, his blood infused the stake with a dreadful power. Tendrils of new growth sprouted from the wood, growing into a tree infused with the vampire's evil essence. From this Gulthias tree came the seeds from which the first blights were sown.
  • Blights act under a Gulthias tree's control.
Session: Episode 001 - Saturday, Apr 28 2018 from 4:00 PM to 10:00 PM
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Tags: Recap
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DM Jon
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Unnamed Campaign
Prologue
Neverwinter, Flamerule 1488 DR; the Year of Dwarvenkind Reborn.

37 years ago, the city of Nevewinter was beset by all manner of destruction. Mount Hotenow, a nearby volcano, violently erupted, and cast much of Neverwinter into ruin. Thousands were killed, and a great, gaping chasm split the city. Under the controversial leadership of Dagult Neverember, what was a blasted, wounded city just a decade ago is now an exciting, humming place. To support the city’s renewal and to maintain order, Dagult brought in mercenaries from Mintarn. The citizens of Neverwinter resented this and look forward to the day when their own protect the city again.

The heroes, Delg, Baltrex, Balamin and Nym, met in Neverwinter. All came to the city for different reasons, but each was sure that Neverwinter would provide them with opportunities not found elsewhere. They scrounged for work but the work they found proved difficult, filthy and demeaning. In the years following the eruption of Mount Hotenow, Neverwinter has been slowly reclaiming devastated sections by employing hard working folk willing to clean up the mess. The pay was enough to support a modest lifestyle but the constant ridicule from the Mintarn enforcers was humiliating. The heroes knew there had to be something better.

One evening, after a day of more jeering from off-duty Mintarn soldiers, they found themselves in their favorite establishment; the Driftwood Tavern. A renowned half-elven bard named Leararn of Highmoon was entertaining a large and raucous crowd. The heroes became engrossed with the bard’s tales and one story in particular intrigued them; the story of the Lost Citadel. Leararn told of an ancient fortress that was swallowed by the land and was uncovered following the eruption of Mount Hotenow. A few brave adventurers were rumored to have journeyed to the ruins, but none ever returned.

Following Leararn’s performance, the heroes struck up a conversation with the bard and asked him more about the mysterious citadel. The bard said that the story originated in a small village not far from Neverwinter named Oakhurst, but he knew little beyond this. An eavesdropping halfling added “I know for a fact that goblins live in the Lost Citadel and every Midsummer, they emerge with a perfect, ruby red apple that has magical properties! It heals, cures diseases and can even make one young again!” The halfling wandered off and the bard prepared for another performance.

The companions called it a night, except for Delg who wanted to hear more of Leararn’s tales before retiring. The following morning, the heroes decided to visit Oakhurst and see what truth the story of the Lost Citadel held.
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Tags: Introduction
Arance.
(Tradução do título: Laranjas)
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"Ta-dá!!"
Em um literal passe de mágica, Nellie agora usava um óculos feito de uma colher. Não possuía lentes, mas era o suficiente para distrair um pouco os olhares de pessoas que estivessem lhe procurando pela sua aparência real. A garota parecia definitivamente satisfeita com seu trabalho, e Jeb concordava que fora um feito magnífico. Ela saberia se virar sozinha, com o tempo, assim como ele.

O sonho do qual acordara ainda estava em sua cabeça. Ainda lembrava da árvore, dos pássaros e vermes, os frutos. A figura dicotômica, o lobo arrancando carne de sua perna e sua face de dor. Lembrava de estar perdido, querer protegê-la, interromper os ciclos. O lobo estava morto. Pegou a faca, acariciou seu cabelo, e sentiu a carne rasgando em sua mão. A lâmina lhe pareciam garras... E lembrava de sua filha perguntando por que. Mais uma vez ele não soube responder.

Quando que ele devia ser o lobo e o pássaro? Quando a menina e o verme? Quando o fruto? Assim como a figura no sonho, tudo estava borrado ainda... mas ele iria ter que descobrir isso uma hora, era ou isso, ou ser só a presa. Aprendeu com seu pai a ser só lobo.

"Quem é você na cadeia alimentar, garoto?"

Foi por isso que começou a lutar no ringue. Pra provar que era o lobo, mesmo que não contasse pro pai. Seu pai gostava de Hobbes.

(Ouça: https://www.youtube.com/watch?v=zBw8vUdtH2A)

Começou em Nova Iorque em lugares distantes da família, onde não seria reconhecido todos os dias, pelo menos. Luzes fracas, ringues sujos, mãos enfaixadas, gritos bêbados.
Seu nome já parecia com um golpe de boxe, então usava como apelido, só mudando uma letra. Subia no ringue, boina vestida (era a primeira que caía, mas logo depois vinha o adversário) e sem falar nada. Quando a luta começava ele levava o primeiro soco pra sentir o peso da mão do cara, depois começava a pensar melhor em quantas porradas aguentaria antes do oponente ficar com medo. Levava socos melhor que batia (por isso o chamavam de Balboa). Lembrou de uma luta contra um que insistia em dar risada a cada acerto, era irritante e o cara sabia bater. Se aproximou, surdo pros bêbados, e preparou o corpo. O soco de prova lhe acertou na cara, quase levando seu corpo junto com a boina pro chão. Não esperava isso.

"Perdeu outra vez? Que bom que não usa o nome da família"
O pai usava um chapéu marrom com um sobretudo de couro, e ele, uma camisa com a boina cobrindo o roxo do olho esquerdo.
"Eu não perdi.", e apertava o punho.
"Perdeu sim, garoto. Ninguém ganha com um olho roxo desses"
Tinha pouca gente na praça, comiam laranjas e bebiam água.

Se recuperou do soco e voltou-se pra luta. O trouxa sorria, ia ser difícil só de aguentar a vontade de morrer que a risada dava. Ele ia tirar o sorriso daquele cara. Tomou seu tempo e arremessou o punho no rosto, errando. O filho da puta sabia esquivar. Tentou outra vez e sentiu como se fosse a própria mão que tivesse batido em seu rosto. Outro soco.

"É o seguinte, garoto, pelo jeito você não aprendeu ainda. Se você for lobo, não pode mostrar fraqueza. Sabe o que isso na sua cara? Fraqueza. Nunca leve no rosto, você não vai conseguir intimidar ninguém desse jeito. Leve em qualquer lugar, menos no rosto"
Os pássaros cantavam e havia pouco movimento na rua.

As costelas doíam. O grito dos bêbados parecia piorar a ferida, mais ainda aquela risada. Parou e olhou o babaca - era grande, forte, convencido, seu ego crescia por soco. Esperou ele chegar perto, defenderia e contra-atacaria. Mas seu corpo foi jogado no ringue: um empurrão.

Mordeu uma laranja, o gosto era doce e mascarava um pouco do ferro nas feridas que sentia na boca. Queria ser lobo, e que o pai soubesse que era lobo. Nunca era o suficiente.
"Nós temos como símbolo um bode da montanha, pai", disse depois de engolir o pedaço de fruta.
Um Chevette se aproximava da praça.
"Sim, é um bode. Mas sabe o que ele faz? Ele aguenta. Ele sobe onde nenhum outro animal fica, e defende seu território. Ele vai pra cima"

(Ouça mais: https://www.youtube.com/watch?v=HWqKPWO5T4o)

Não conseguiu se recuperar, o idiota já estava na sua frente. Ele esperou Jeb se levantar um pouco mais, e sorrindo, socou seu esterno. Jeb não conseguia respirar, e caindo sentiu o baque nas costelas, e no outro lado, nos braços bloqueando, no topo da cabeça, e ia caindo agachado nas cordas. Ele não era lobo. O babaca ria, se divertia, e isso era irritante. Sentiu uma nos ombros, os gritos clamavam, seu corpo cedia. Chega.

Jeb mordeu mais uma vez a laranja, um grande bocado.
O carro se abriu com duas portas de uma vez, dois homens de terno, revólveres na mão. Andavam pra a praça.
"Quem é você na cadeia alimentar, moleque? O lobo ou a presa?"
Ele tentou avisar o pai, de boca cheia, mas sabia que ele não o ouviria sem engolir antes. Tentou chamá-lo mas os tiros abafaram a voz. Olhou o pai caindo da mesa da praça, junto com as laranjas. Tentou socorrê-lo, seus olhos fechavam. Pareciam lhe dizer que devia ter avisado mais cedo. Puxou sua pistola e disparou contra os homens, mas já fugiam no carro.

Não era lobo.

Gritou tanto que calou os bêbados. Olhou pro babaca e por um instante, ele não sorria. Levou todo o punho a seu queixo, depois no rosto, depois nas costelas, no pulso mole que defendia. Com os dentes expostos, amedrontava o idiota e se aproveitava do medo que crescia em cada soco. Ele caiu com um golpe no rosto, jogado pro chão, sangrando e calado. Pegou sua boina, e saiu do ringue. Os bêbados não gritavam mais.

(...)
Quem era ele na cadeia alimentar? Seu nome estava em toda a mídia de Paris, não podia sair como era. Ser lobo não era o suficiente, precisava fazer mais do que atacar. Precisava de camuflagem, esperar o momento certo pro golpe, mas por enquanto, ficaria escondido, lutando nas sombras, aguentando as pancadas.

Por enquanto era presa. Mas sabia que, outra hora, sem pressa, voltaria a ser lobo.
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Epic × 2!
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Xol
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Longhouse Raid
After the glorious raid on the watchtower followed by the silent raid on the Mill house. Our stealthy compatriots snuck up to the main longhouse. Upon arrival our two lone warriors climbed to the chimmney finding two cyclopes cooking a stew filled with human bits.

After an hour of waiting or friendly cyclopes ate whole some meal then found a warm spot in their lit kitchen and fell asleep. Mean while our two nightly warriors stealthfully fell into the kitchen and slayed the cyclopes in their sleep.

After recovering some loot and stashing it in side of a barrel they headed into the next room which just so happen to be a long dinning hall which took up most of the 300ft long building. the only notable feature other than the one lone frost giant sitting asleep at the table was the big throne right in the middle of the area. Two curtains flanked the throne on each side, sneaking up to the makeshift door we found it led into the lone Jarl of the frost giants asleep on his bed. With some intuitive perception a single secret door lead out the back of the longhouse and into the snow.

After some assassinations we managed to sneak up to the last set of doors on the opposite side of the point of approch. On the other side of the doors we found a single frost giant standing gaurd in a trophey room, random animals hung from the walls along with several human and dwarven heads (presumed to be trophies of other challengers) along with two more sets of doors one leading outside the other to an unknown room.

After dimembering the two cyclops and the two frost giants we put the head of the Jarl upon the throne. We found with some close insight a pitfall trap that was about 50ft deep with some rather jagged spikes upon the bottom along with a keyhole inside the throne. Inside this secret compartment we found some more loot and a ton of cooins, mostly platinum and gold. We then took everything we could and investigated the slave pinns and found nothing. Finished with a nice lesiurly walk back to camp.
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Bragi
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Deadly Quests
28th Session Summary

With the followers of Panzuriel seemingly destroyed the nixie Astraea has charmed Xzar, Wyatt, Sevrin, Roslyn, and Nix in to searching the tower for any dangers. As they continue their search, Jarna convinces them to return to the menhir circle and they soon find themselves in another place. Elara and the others are found unconscious in a room with no exists. After much discussion, Sevrin decides to don the tragedy mask given to them by Labelas and enters in to the demiplane of nightmares.
Session: Chapter 4: The Coralglade - Sunday, May 06 2018 from 12:00 AM to 4:00 AM
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