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The burning of Meneleus
Level 3 of the Demonweb
Sunsebb 18 604 CY
9AM

Room # 9
CHAMBER OF THE PEACE-SPEAKERS
When the party opens the door, they will first notice 4 robed
humans standing in a torchlit 50' square room; the door opens into
one comer. Behind the figures are four gilt and stone shrines to
what appear to be good and pacifistic gods.

When the door is opened, the leader of these
creatures will hold up his right hand and say, in the common
tongue, "Peace! Here is comfort and safety from the terrors of Lolth.
Rest and regain your strength and we shall bless you." The others
will offer small platters of fruits and meats. Each wears a pectoral
(a rectangular plate of highly ornate gold and gemstones) which
is more ornamental than protective. Each also carries an ornately
wrought javelin. Their robes are purple with gold fringes.

The group decide to not take the offer of the peacekeepers and move on.



Room # 22
FIRE DRAGON LAIR.

This very large room is the nursery for Lolth's red dragons. There are 5 very young dragons, one smallvery old female dragon, and 3 eggs in the room. There is a very large door at the rear of the room.

Kilkennard engages the mother dragon and kills her.
Grimm attacks the young dragons.

Meneleus is blasted with fire from 5 very young RED DRAGONS. Armand puts out the fire. Meneleus is scared beyond recognition. 97%

After the battle Grimm destroys the eggs.

Treasure: 60,000 ep, 4 magic items, 8 potions, 1 scroll.

Magic Items discovered:
Battle Ax
Hand Ax
Potion
Ring of Invisibility (Kilkennard tries it on)

Eight Potions
(All identified)

Protection Scroll vs. Magic (Identified by Grimm)
Session: Game Session #154 - Thursday, May 10 2018 from 2:00 AM to 5:00 AM
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Tags: Recap
Epic!
Bad Blood
It took some doing, but we managed to magically stuff Fearmonger into containment in my ring, temporarily. I was glad to be able to transfer him into a steel chime ball, though -- carrying him around on my finger wasn't comfortable at all.

It did, however, lead to a discovery -- he's apparently drawn to Affrighter, and we can use his "pull" to find Scaryface when the time is right.

On the downside-- we arranged to meet with Blade, to try to plan a way for him to "escort" his brother off planet so they could have their high-powered brawl where no one would get hurt. Seems he's not so concerned with that, he just wants to get to the brawl part as soon as possible. He graciously agreed to try to keep the damage contained to "just" about one-quarter of the world, including the part where our government is. I don't care much for our government, but even so, it wouldn't be a good thing to have it completely gone. Along with the rest of the East coast.

To him, the cost seems minimal. To us, it's unacceptable. But he's not willing to negotiate, and I think he expected us to knuckle under to his superior superiority. Too bad for him we're not great at that. Also, a good thing the "compass" is hidden at home, and not in the base or on my person...


In the end, a fight between us and Blade was only averted by the arrival of Amos, and us fleeing the scene. NOt sure what we're going to do next. Blade knows we have a way to point him right to Affrighter, and he is spoiling for a fight. We can't let them fight here on Earth but he doesn't care. not sure how we're going to pull this one off.....


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Epic!
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Maltoran
Posted by the GM
[Ried] Dead Suns
Kapitel 1 Abgeschlossen!
HURRAH!

Ich setz mal hier zum Überblick noch nen schönen Trenner rein.
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Buch 2 Completed
HURRAH!

Einfach mal ein Trenner um das auch im Blick zu haben.
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Pela brecha
Escute essa musica
Já era noite, Phiero estava sentado esperando no restaurante seu chefe que lhe insistira jantar para conversar e descontrair fora do serviço, o restaurante que ele estava era extremamente refinado, com talheres de prata e taças de cristal, cada garçom com seu uniforme perfeitamente vestido, andavam de forma semelhante com uma postura extremamente reta, as cortinas erguidas de forma com que fiquem arqueadas e seja possível ver os pingos de chuva que refletiam a luz de dentro, as bandejas que brilhavam a luz dos candelabros gigantes em um teto alto o suficiente para erguer uma tenda de circo dentro, tudo isso sem falar da comida, eram pratos requintados que passavam por ele, formas bem definidas, colocados de uma maneira que desenhem o apetite de seu cliente em um pequeno fundo de prato, todos com um cheiro único e poderoso que era possível sentir sem muito esforço.
Phiero estava apreensivo pois era a primeira vez que o chefe dele lhe convidava para algo fora do escritório, e ainda num lugar daquele cheio de requintes e refinamentos. Para cada lugar que olhava se via algo perfeitamente pensado para se conectar a outro e mais outro que no fim volta ao início e continua nesse ciclo de detalhes absurdos, a música do local apenas anunciava ainda mais que aquele lugar não era apropriado para ele, aquela música tocada ao vivo por uma pequena orquestra, tocando uma algo que fazia seu coração pulsar no ritmo, seus dedos tocarem o ar e seus olhos valsarem num palco de luzes e cheiros, cores e sons, o fazia dançar até...
Escute essa musica

“Com o equipamento adequado e a devida cautela pode-se viajar a qualquer parte”

Phiero estava no centro de uma cidade, muito semelhante a Paris, porem com dezenas de navios pendurados por balões no céu e centenas de canos de cobre e bronze que atravessavam de um prédio ao outro, o movimento das pessoas era intenso mesmo a noite havia várias pessoas andando a pé ou em bondes, as ruas eram bem iluminadas por postes com luzes fortes e todos se vestiam com roupas de uma época vitoriana, Phiero andava encantado por aquele lugar completamente estranho onde foi parar, caminhando e contemplando todo o local ele chega até onde deveria ser o centro de Paris, para sua surpresa onde era para ser a torre Eiffel havia uma grande torre do tamanho semelhante, porem mais larga e na frente dela uma estátua gigante, com o tamanho de dois homens, de seu chefe. Como aquilo tudo era possível? Como ele foi parar ali?

“Raramente a presa é arrogante a ponto de caçar o caçador”

De repente Phiero escuta um alarme, todas pessoas começam a correr, um caos se espalha por todo lugar, então surgem 3 dirigíveis gigantes atrás da torre, deles começam a cair pequenos pontos pretos que cresciam ao se aproximar e ao contato do solo grandes explosões, Phiero congela, o que ele poderia fazer, o que ele deveria fazer, Phiero olha para o alto e vê um ponto preto bem em cima dele...

“O que era teu agora me pertence. Tuas terras, teu povo e, agora, tua vida”

Ultima musica prometo
Phiero escuta uma voz ao longe “Phiero está tudo bem? ” Era a voz de seu chefe, de repente todos sentidos voltam e ele retorna ao restaurante, tudo está lá, os garçons os talheres o teto gigante, até mesmo a maldita música, “desculpe acho que cochilei” diz Phiero, “não se preocupe, eu que atrasei um pouco, fui buscar a Sara, ela é uma cliente muito especial”. Era disso que se tratava o restaurante, não era apenas um jantar para descontrair, algo que seria apenas como amigos, era completamente profissional, seu chefe planejou tudo para que recebesse essa cliente bem, provavelmente uma ricaça que queria um apartamento de luxo no centro e certamente quem teria que tomar conta de tudo seria Phiero como sempre, toda vez que o chefe lhe fazia algo que parecia especial ou legal era simplesmente negócios e negócios e Phiero sempre estava lá, caindo sempre como uma presa inofensiva, ele estava cansado de ser usado, cansado de pensar que ele estava nas mãos desse líder totalitário que só pensava em si e usava os outros como peças de um jogo de xadrez caro e inútil, até onde Phiero aguentaria esse controle, até quando aguentaria esse mundo, até... “olá Sara é um prazer te conhecer”.
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